Fomentar e desenvolver

o desporto para pessoas
com paralisia cerebral

Rio de Janeiro, 03 de setembro de 2010

Modalidades

Atleta lançando

Atletismo

O atletismo é uma das modalidades de ponta do esporte praticado pelas pessoas portadoras de deficiência. É um dos que reúne mais participantes em suas diferentes provas. As provas são agrupadas nos blocos tradicionais de corridas, saltos, lançamentos, pentatlon e maratona... leia mais

O atletismo é uma das modalidades de ponta do esporte praticado pelas pessoas portadoras de deficiência. É um dos que reúne mais participantes em suas diferentes provas.

As provas são agrupadas nos blocos tradicionais de corridas, saltos, lançamentos, pentatlon e maratona.

No programa das competições estão excluídas as provas de corrida com obstáculo, salto com vara, marcha atlética e lançamento de martelo, sendo acrescentada uma prova de club (massa de GRD), praticado pelos portadores de paralisia cerebral (PC).

Essas modalidades são praticadas por atletas cegos, amputados, paraplégicos, tetraplégicos, e paralisados cerebrais, mas, nem todos competem em todas as modalidades.

Nas provas de pista, os deficientes visuais totais B1, e os deficientes visuais B2, podem correr com guia ou com treinador que, claramente identificado, dirigi-se ao atleta com voz ou através de palmas. Neste caso solicita-se silencio aos expectadores afim de não prejudicar a orientação do atleta. Para os atletas com deficiência visual leve B3, os mesmos competem sobre as regras da IAF - International Athletic Federation, sem nenhuma alteração.

Nos revezamentos das provas em cadeira de rodas; o revezamento e feito quando o atleta, toca o atleta de sua equipe dentro da zona de passagem, utiliza-se nas provas de cadeiras de rodas (revezamentos) duas raias para cada equipe. Nas chegadas das provas em cadeiras de rodas, deve-se observar a passagem do primeiro ponto da roda dianteira da cadeira que tocará a linha de chegada e não, o pé ou parte de corpo do competidor.

As provas de lançamentos, estão sujeitas as regras da IAF, observando-se as modificações concedidas pelas entidades do desporto para deficientes. diminuir

Jogo de bocha

Bocha p/ pessoas com paralisia cerebral severa

As primeiras competições de bocha adaptadas no campo da deficiência aconteceram na Dinamarca em 1982.

Existem diversas versões sobre a origem do jogo do bocha. Uma delas, se remota aos romanos. Outras situam sua origem na época mais tarde no século XVI, na península itálica. Também há quem atribua uma origem... leia mais

As primeiras competições de bocha adaptadas no campo da deficiência aconteceram na Dinamarca em 1982.

Existem diversas versões sobre a origem do jogo do bocha. Uma delas, se remota aos romanos. Outras situam sua origem na época mais tarde no século XVI, na península itálica. Também há quem atribua uma origem francesa, com a derivação do jogo da petanca.

Jogar bocha, consiste em lançar bolas adaptadas fabricadas com areia e revestimento de pelica que se adaptam a empunhadura dos portadores de paralisia cerebral. As bolas de bocha são construídas nas cores azul e vermelha, durante o jogo o atleta deverá ter como objetivo lançar seus bochas com intenção de que aproximem máximo possível da bola branca que será o ponto para aproximação das outras bolas. A bocha se pode jogar individualmente, em par ou por equipes. A grande diferença dos outros esportes é que em todas se permite provas mistas.

Se a partida é individual se jogam que de acordo com as regras da CP-ISRA Cerebral Palsy - International Sport and Recreation Association, só participam dessas modalidades pessoas portadoras de paralisia cerebral severa nas classes C1 e C2 de ambos os sexos, portadores de deficiências degenerativas severas com comprometimento nos quatro membros e portadores de tetraplegia acima ou através da vértebra C5. atro parciais ou sets, e se a partida é por equipe se jogam seis. As equipes são formadas pôr três jogadores. diminuir

Ciclismo

Ciclismo

Nas provas de ciclismo os atletas agrupam em 3 divisões de acordo com as suas respectivas federações internacionais.

Os portadores de paralisia cerebral (PC), competem nas modalidades contra relógio individual. Os deficientes visuais e os cegos competem formando um... leia mais

Nas provas de ciclismo os atletas agrupam em 3 divisões de acordo com as suas respectivas federações internacionais.

Os portadores de paralisia cerebral (PC), competem nas modalidades contra relógio individual. Os deficientes visuais e os cegos competem formando um par com um piloto vidente, e disputam provas em estrada e contra relógio pôr equipes. Os atletas amputados ou com incapacidades locomotoras permanentes, disputam provas em estradas utilizando as mais diversas adaptações em suas bicicletas.

As provas para (PC) são unicamente contra relógio. Os atletas participam individualmente e os itinerários são fechados, com curvas de raio mínimo de 12 metros onde deve ser observada uma pista perfeitamente pavimentada. O percurso deve ser sinalizado com uma linha longitudinal pintada no centro, para servir como guia ao atleta. Se a incapacidade do ciclista for muito grande se utilizam triciclos especiais para este esporte.

As provas que participam deficientes visuais e cegos são circuitos de estrada ou pista. A única adaptação é o uso de (tandems), bicicleta com 2 assentos com um piloto vidente que serve de guia.

De acordo com as suas deficiências os ciclistas são agrupados da seguinte forma:

4.1 - ciclista com paralisia cerebral:

Divisão 2 : comprometimento importante no equilíbrio. competição em triciclo.

Divisão 3 : pouca afetação. competição em bicicleta. diminuir

Esgrima

Esgrima

Na esgrima, participam desportistas com problemas de motricidade e, é praticado fixando a cadeira de rodas em uma pista mediamente um mecanismo que não impede a movimentação do corpo. O regulamento, é o mesmo da Federação Internacional de... leia mais

Na esgrima, participam desportistas com problemas de motricidade e, é praticado fixando a cadeira de rodas em uma pista mediamente um mecanismo que não impede a movimentação do corpo. O regulamento, é o mesmo da Federação Internacional de Esgrima - IFE, com algumas modificações introduzidas pela International Stoke Mandevile Welchair Sport Federation - I.S.M.W.S.F.

As modalidades são: sabre, espada e florete, jogado somente nas categorias masculino e feminino.

A classificação dos participantes são classe 2, casse 3 e classe 4, de acordo com o equilíbrio apresentado pelo atleta. diminuir

Futebol de sete PC

Futebol de Sete PC

O Futebol de Sete PC é uma modalidade futebolística que se disputa nos jogos paraolímpicos no qual participam atletas com paralisia cerebral.

O regulamento apresenta algumas variações no que diz respeito as normas da FIFA. Cada equipe é... leia mais

O Futebol de Sete é uma modalidade futebolística que se disputa nos jogos paraolímpicos no qual participam atletas com paralisia cerebral.

O regulamento apresenta algumas variações no que diz respeito as normas da FIFA. Cada equipe é composta de sete jogadores, as dimensões do campo são de 75 x 55 cm com balizas de 5 x 2m e a marca de pênalti situada a 9,20 m. A duração da partida é de 60 minutos dividido em dois tempos de 30 minutos com intervalo de 10 minutos.

Os jogadores de futebol de sete pertencem às classes menos afetadas pela paralisia cerebral. Em todas as equipes tem que haver um jogador da classe C5 ou da classe C6 que são as mais afetadas da classe dos andantes. Se não houver jogador dessas classes quando da substituição durante o jogo, a equipe jogará com seis jogadores.

Nesta modalidade, não haverá regra do impedimento e a cobrança do lateral poderá ser feita com uma das mãos somente, desde que, a bola toque o solo antes do contato com qualquer atleta ou, se o atleta optar em fazê-lo do modo convencional do acordo com a regra. diminuir

Halterofilismo

Halterofilismo

A diferença básica do halterofilismo tradicional consiste em aspectos de técnica desportiva. Enquanto a modalidade olímpica desenvolve a força explosiva com movimentos de arranque e de tempo, no halterofilismo paraolímpico desenvolve a força máxima... leia mais

A diferença básica do halterofilismo tradicional consiste em aspectos de técnica desportiva. Enquanto a modalidade olímpica desenvolve a força explosiva com movimentos de arranque e de tempo, no halterofilismo paraolímpico desenvolve a força máxima.

No halterofilismo para atletas com incapacidades adotam-se como movimentos de competição duas variantes do clássico "press de banca" muito conhecido no mundo dos pesos e do treinamento em geral. Estas variantes são o power lifting para os desportistas com paraplegia ou poliomielite.

As categorias se estruturam em ambas as modalidades, nas clássicas categorias de peso corporal de 48 kg, 52 kg, 56 kg, 60 kg, 67,5 kg, 75 kg, 82,5 kg, 90 kg, 100 kg e mais de 100 kg.

O levantador tem direito a três tentativas e a melhor das três, é computada para a classificação final. Ao levantador com possibilidades de conseguir um recorde mundial, é permitido uma quarta tentativa.

Classificação

O sistema de classificação para o halterofilismo paraolímpico, é aberto e segue um critério de classificação por deficiência mínima, que consiste em avaliar funcionalmente o grau de incapacidade do atleta através de critérios estritamente médicos.

Podemos então por não haver classificação agrupar os competidores da seguinte forma:
- Levantadores com seqüela poliomielite ou paraplégicos.
- Levantadores amputados e Lês Autres
- Levantadores portadores de paralisia cerebral. diminuir

natacao

Natação

A natação é uma das modalidades esportivas com mais tradição dentro do campo do esporte para pessoas portadoras de deficiências, e que foi introduzida como esporte de competição após a segunda guerra mundial...

Atualmente é uma modalidade com mais participação e, destacam os recordes mundiais... leia mais

A natação é uma das modalidades esportivas com mais tradição dentro do campo do esporte para pessoas portadoras de deficiências, e que foi introduzida como esporte de competição após a segunda guerra mundial.

Atualmente é uma modalidade com mais participação e, destacam os recordes mundiais que obtiveram os nadadores cegos, por que não estão distantes dos recordes absolutos nas provas dos atletas normais.

Para adaptar a competição aos nadadores com incapacidade, cada uma das quatro federações internacionais (CP-ISRA, ISOD, IBSA, ISMWSF). elaboraram seus próprios regulamentos que incorpora normas específicas para os diferentes tipos de deficiência.

No caso dos portadores dos deficientes físicos as diferenças mais significativas básicas são na adaptação das normativas de correção de estilos e nas saídas e viradas em função das deficiências. de acordo com a deficiência é permitido sair do bloco ou do interior da piscina.

Nas provas dos deficientes visuais é permitido avisá-los da proximidade da virada ou da saída do bloco, mas não verbalmente. Os competidores B1 são obrigados a usar óculos opacos para competir. Caso a prova na mesma raia sempre que a mesma esteja livre. Em caso contrário, o técnico pode indicar verbalmente que troque de raia.

Tempos atrás natação para portadores de deficiência desenrolava-se em duas competições paralelas, a dos deficientes visuais (B1, B2, B3) e para os deficientes físicos, utilizando-se o símbolo S1 a S10 para as provas de estilo livre, costas e golfinho e SB1 a SB10 para estilo de peito. Atualmente os portadores de deficiência visual competem nas classes B11, B12, B13 e os deficientes mentais se agrupam na classe B14, facilitando assim a identificação do tipo de deficiência.

Distribuídos de acordo com o grau de deficiência, os deficientes visuais ficam assim classificados:

B11 - Ausência da percepção de luz nos dois olhos.
B12 - Capacidade de reconhecer a forma de uma mão.
B13 - Campo visual reduzido, mas com bastante visão.

Os portadores de deficiência física participam nos seguintes grupos:

S1 - Afetação muito grave de tronco e nas quatro extremidades.
S2 - Afetação grave de tronco e nas quatro extremidades.
S3 - Afetação de tronco e extremidades superiores e afetação grave de extremidades inferiores.
S4 - Afetação de tronco e afetação grave de duas ou mais extremidades.
S5 - Afetação de tronco e duas ou mais extremidades.
S6 - Afetação leve de tronco e afetação de duas ou mais extremidades.
S7 - Afetação grave de duas extremidades.
S8 - Afetação de duas extremidades, afetação grave de uma extremidade ou afetação grave de diversas articulações.
S9 - Afetação de uma extremidade ou diversas articulações.
S10 - Afetação leve de uma ou duas extremidades ou comprometimento leve de uma ou diversas articulações. diminuir

petra

Petra

Uma nova modalidade esportiva foi apresentada ao pœblico. Criada em 1989 na Dinamarca, a Petra é praticada desde o ano passado no Brasil. A ANDE fez com que o esporte viesse a ser exercido no país, é uma modalidade din‰mica e veloz. é uma opção a mais para os atletas com paralisia cerebral... leia mais

Uma nova modalidade esportiva foi apresentada ao pœblico. Criada em 1989 na Dinamarca, a Petra é praticada desde o ano passado no Brasil. A ANDE fez com que o esporte viesse a ser exercido no país, é uma modalidade din‰mica e veloz. é uma op&ccedl;ão a mais para os atletas com paralisia cerebral.

O Race Running, como é chamado no exterior, é uma modalidade do atletismo onde os atletas correm com os seus pr—prios pés apoiando-se a uma arma&ccedl;ão com três rodas anexadas a um suporte para o seu corpo. O corredor tem o apoio de um assento e de um suporte para tronco e o guidão é utilizado para direcionar.

Os atletas da Petra são classificados entre três diferentes classes: CP1, CP2 e CP3, sendo três a o grau de menor gravidade.

A CPISRA é a entidade que organiza o esporte em ‰mbito internacional e realizou um campeonato mundial em 2009, na Dinamarca. O Brasil e mais seis países estiveram presentes. Os atletas nacionais conseguiram um incrível desempenho, conquistando sete medalhas de ouro.

CURIOSIDADE: Em homenagem a mascote das paraolimpíadas de Barcelona/1992, que se chamava Petra, que ao experimentar essa nova modalidade demonstrou uma incrível performance. diminuir

Polybat

Polybat

O Polybat, ou tênis de mesa lateral como também é conhecido, é uma nova prática esportiva e foi criado na Inglaterra em meados dos anos 80. A atividade surgiu como uma alternativa recreativa para aqueles que não possuíam o perfil da bocha e não conseguiam praticar o tênis de mesa convencional.... leia mais

O Polybat, ou tênis de mesa lateral como também é conhecido, é uma nova prática esportiva e foi criado na Inglaterra em meados dos anos 80. A atividade surgiu como uma alternativa recreativa para aqueles que não possuíam o perfil da bocha e não conseguiam praticar o tênis de mesa convencional.
O jogo é realizado em uma mesa de 1,2m x 2,4m, com proteção em todo o comprimento de suas laterais para que a bola não saia pelo lado, possuindo uma altura até 10cm. A mesa ainda deverá possuir altura suficiente para que uma cadeira de rodas possua fácil acesso.
A bola utilizada é a plástica de golf, tipo airflow. A raquete deve possuir uma área de batida de 180cm quadrados e um comprimento máximo de 30cm.
O jogo é disputado em 11 pontos (jogo curto) ou 21 pontos (jogo longo), onde cada jogador saca 5 vezes em série alternada. A raquete deve manter contato com a mesa (ela é arrastada) e a bolinha deve ser lançada sempre nas bordas laterais. Ganha quem atingir 11 pontos primeiro e caso o jogo empate em 10 a 10 ou 20 a 20, quem fizer o 11o ou o 21o ponto vencerá. Não ocorre a vantagem, desta forma toda a bola ou infração resulta em ponto. Não existe também o pedido de tempo.
O jogo pode também ser disputado em duplas, a divisão é por classe e não por sexo. Desta forma homens e mulheres participam juntos. Portanto, o Polybat como atividade inclusiva permite que qualquer pessoa, possuindo as mais variadas deficiências e idade pratique. É um jogo simples, com regras fáceis, dinâmico, divertido, que possibilita ao participante uma vivência motora, cognitiva, recreativa e social. diminuir

Tenis de mesa

Tênis de mesa

O tênis de mesa é jogado nas categorias em cadeira de rodas ou em pé, masculino e feminino. Fazendo parte dos jogos paraolímpicos desde 1950 em Roma, o tênis de mesa tem a sua regulamentação similar ao Tênis de Mesa tradicional, apenas com algumas variações quando jogado na... leia mais

O tênis de mesa é jogado nas categorias em cadeira de rodas ou em pé, masculino e feminino. Fazendo parte dos jogos paraolímpicos desde 1950 em Roma, o tênis de mesa tem a sua regulamentação similar ao Tênis de Mesa tradicional, apenas com algumas variações quando jogado na modalidade em cadeira de rodas.

Em suas variantes, no serviço individual não existem modificações, mas a bola deve sair da linha de fundo do sacador e não pelas laterais, sendo este saque, somente permitido no jogo de duplas. Nos jogos de duplas, após o serviço qualquer jogador poderá golpear a bola, desde que as cadeiras não ultrapassem o prolongamento da linha imaginária central da mesa.

É permitido ao jogador apoiar-se na mesa desde que esta não se mova, e permitido somente para recuperar o equilíbrio.

A classificação para elegibilidade ao jogo do tênis de mesa, é dividida em classes de acordo com o grau de deficiência. A competição é dividida em provas masculino e feminino por equipes, individuais e open. diminuir

Voleibol

Voleibol

Desde seu nascimento como esporte praticado por pessoas portadoras de deficiência, o voleibol tem se situado como a elite dos esportes de equipe.

O voleibol é praticado nas modalidades sentado e em pé, pelo qual, as dimensões da área de jogo e a altura da rede variam de acordo com o caso... leia mais

Desde seu nascimento como esporte praticado por pessoas portadoras de deficiência, o voleibol tem se situado como a elite dos esportes de equipe.

O voleibol é praticado nas modalidades sentado e em pé, pelo qual, as dimensões da área de jogo e a altura da rede variam de acordo com o caso.

No voleibol em pé, poucos são as diferenças observadas com a regulamentação do voleibol tradicional. Há que se destacar que cada jogador é dado uma pontuação mínima e que na soma dos pontos quando os seis jogadores estiveram em quadra, não poderá ser superior a 26 pontos.

No voleibol sentado, se observam as seguintes modificações; quadra mede 10 x 6 m e área de ataque mede 2 x 6, rede 0,80m x 5,0m e tem altura de 1,15m. Assim mesmo, é permitido bloquear serviço e as posições dos jogadores vêm determinadas e controladas pela posição de suas nádegas.

Classificação

No voleibol em pé, há um sistema de classificação funcional para oferecer as praticantes um sistema homogêneo e integrado que garanta a igualdade de oportunidades. No que se refere ao voleibol sentado, não há sistema de classificação e são aptos para a competição todos desportistas com uma incapacidade mínima. diminuir

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